Se é pra falar de música, bora pegar pesado.

28.11.08
Eis que mais uma banda metalêra vem pro Brasil, e poderemos ver o Iron de volta por aqui!! E a gente se prepara pra ir, já que perdemos o show do começo deste ano... mas olha só, repetindo o feito do Kiss em 1999, vamos de novo ao autódromo ver um puta show -- esperamos que melhor organizado, desta vez!
Nem comentei antes, mas rolou uma bela injeção de metal borbulhante dia desses, que foi o show do Judas Priest dia 15! Com direito à típica entrada no palco com uma bela máquina customizada rugindo para o início de Hell bent for leather! Veja no vídeo:



Do caraleo!

Mallu Magalhães: febre de 42ºC

Nem vou precisar me dar ao trabalho de comentar, porque já li um texto que tem a minha cara e o meu tom! Tudo a ver!

Bate o sino pequenino

26.11.08
Ah, o espírito natalino.
Ah, as luzes, guirlandas, neves artificiais, os papais noéis, os sinos, as renas, os enfeites, panetones, presentes, o feriado prolongado, a missa do galo, o trânsito de fim de ano, as compras no eixo brás/bom retiro/pinheiros/shopping centers, a árvore com suas bolinhas e penduricalhos, os amigos secretos corporativos, as festas de fim de ano da firrma, a responsabilidade social distribuindo brinquedos ali e acolá... Tudo muito colorido pelo verde dos pinheiros supertípicos, pelo vermelho da roupa de frio polar do papai noel, pelo dourado com toques de um branco-neve que nunca derrete em pleno verão.
Ah... e ainda estamos em novembro - a um de mês do tal feriado.
Para mim, Natal, mesmo, de sonhar acordado e talz, tá aqui. O resto é pesadelo.
Mas não pense que tanto vinagre me impede de comemorar, tá?
Top :: dúvidas cruéis típicas da data
>> Descer a serra rumo ao litoral: é pior para passar o natal ou o ano novo?
>> Músicas natalinas: são mais legais do que canções de dor de cotovelo?
>> O trânsito dos dias anteriores ao natal é melhor do que o da volta às aulas?
>> Natal é só uma desculpa para encher a cara de comida e muito álcool?
>> Por que "peru" de natal e não "alcachofra" de natal?
>> Por que Papai Noel, e não Vovô Noel, se o gajo é velhinho desde que nasceu?
>> Por que temos que comemorar de forma tão comportadinha, Jesus era novinho, ele não curtia uma balada?

O que é sexismo

24.11.08


É a mulher achar que, por essência, ela tem que ter filhos e cuidar deles e do marido como se ela fosse sua babá-serviçal-enfermeira, limpando bundas/pias/privadas, fazendo comida e recolhendo roupas pela casa para lavar/passar. Se ela tem emprego, se ferrou, vai ter que trabalhar ao sair de casa E ao chegar em casa.


É o homem achar que, por essência, ele tem que prover a economia da casa com o dinheirinho do emprego dele e não se preocupar com mais nada, mesmo, a não ser com eventuais trocas de lâmpadas ou afins. Sim, porque tem coisas que só um homem sabe fazer. A mulher trabalha fora para comprar as coisinhas dela, mas e daí? "Coitado, ele trabalhou tanto, merece descansar um pouquinho...", é, só ele merece.


O Estadão confirma que o mundo ainda é assim para muitos que não lavam a própria cueca, deixam a privada fedendo bueiro e uma panela bolorenta na pia por anos. E outros tipos também confirmam que esposa não nasceu para fazer coisas que demandem um raciocínio mínimo e básico.
Você faz isso em casa? Será que faz e não percebe? Pense bem nisso e mude algumas coisas. De verdade.

I'm black and I'm proud

20.11.08
"Porque a luta contra o racismo é a luta a favor de toda a humanidade!"


Say it loud!

Ouvir, música, som

19.11.08

O que é pior:
a) O cara que deixa seu celular, com o falante ligado, tocando pagode/funk/axé/sertanejo/barulhos pretensamente engraçadinhos: ou dentro do transporte público, ou enquanto caminha, ou quando toma um elevador (lotado ou não) ou, enfim, fazendo o que você conseguir imaginar.
b) A garota que está com seu mp3 player/celular plugado no ouvidinho bonitinho, mas canta em voz alta a música que está ouvindo.
c) A pessoa que instala aquele PUTA sonzão no carro e não segura o comichão de deixá-lo tocando em seu volume máximo por onde anda ou, quiçá, onde resolve parar seu carro - geralmente sem discernimento de local ou horário, pode ser em qualquer uma das 24 horas, ou até mesmo perto de hospital, escola, enfim.

E aí, cara pálida?
Só para comentar cada uma das entradas:
O celular tocando porcarias para todo mundo ouvir: Tendo testemunhado tal atitude incontáveis vezes, minha observação do fato destaca que os ritmos acima arrolados são os mais escutados por tais indivíduos - nunca presenciei celulares tocando música erudita, música pop, rock, tango, salsa, enfim...
O povo que sai por aí cantarolando: Neste caso, há uma falta de noção mais abrangente, embora menos deseducada. Em dias de muito bom humor a gente para e pensa "quem canta, seus males espanta", mas paciência tem limite. Já ouvi gente cantarolando mais alto do que devia desde música gospel até rock. Essas pessoas respeitam um pouco mais os passantes ao não obrigá-los a ouvir a música que eles não querem, mas sequer se respeitam ao cantar alto com voz freqüentemente muito desafinada ou digna de reprovação imediata no "Ídolos"...
O babaca do carro de som: Trata-se do império da falta de noção. Com a mania de tunar o carro, importada dos retardados americanos que colocam som estupidamente alto no carro e telas de TV até nas privadas, chegou até em nossa periferia o incremento da aparelhagem sonora do carro. E aí, a máxima é bem-vinda: quanto mais possante é o som, pior é a qualidade musical daquilo que toca, e mais alto é o volume. << Aqui, por sinal, o gosto musical repete o do item a). >> Sem querer se dar conta de que nem todos gostam da música que o indivíduo gosta, e de que o volume geralmente está muito, muito acima do exagerado, o tipo estaciona seu carrão às 2h30min da manhã em qualquer lugar e fica encostado nele, do lado de fora, enquanto sua aparelhagem está a todo vapor, tocando aquele naipe de som a um volume inacreditável.
Ninguém merece...

Mico na porta do cinema

10.11.08
Fui assistir Quantum of Solace no cinema. Muito legal, divertimento interessante. Aliás, é de fato um filme para de-sen-ca-nar da realidade, inclusive das leis da física, não é mesmo?
Mas, de boa? O que mais me impressionou em tudo não foi o fato de o James Bond, como frio e calculista que é, esbanjar blasézisse ao dar pt em um Aston Martin na primeira cena do filme, e daí por diante rolarem soltas cenas de correria (sem um segundo de heróis ou vilões esbaforidos), perseguição (sem um fio de topetes descabelados), feridos (sem um centavo em despesas com band-aid), mortes, explosões e sangue espirrando da tela do cinema ou afins. Na verdade, o que mais me deixou de queixo caído foi ver, na entrada das salas do cinema, um monte de menininhas quase formarem filas para tirar fotos posando ao lado do totem do filme "High School Musical 3 - Ano de formatura".

Miragem no escritório

7.11.08
Resolvi ouvir música durante o trabalho. Coisa que nem sempre é possível, aliás, raramente é possível.
Como na empresa não dá para usar os famigerados streamings, tenho que dar aquela fuçada nos mp3 armazenados em meu computador ou no pen drive. E putz, as minhas músicas são umas que eu gravei em um cd para festa. Então, fica a dica de como trabalhar em clima de balada.
Vamos ao top :: canções para ouvir perto do chefe:
♪ Abba - Dancing queen
¯ Balão mágico - Todas
♪ Bee Gees - Saturday night fever
¯ Blitz - Você não soube me amar
♪ Cazuza - Pro dia nascer feliz
¯ Michael Jackson - Don't stop 'till you get enough (a famosa música da abertura do vídeo show)
♪ Roupa Nova - Whisky a gogo
¯ Sidney Magal - Sandra Rosa Madalena
♪ Tim Maia - Racional
¯ Jorge Benjor - Taj Mahal
E sabe, trabalhar ouvindo músicas como essas pode surtir efeitos quase colaterais, porque, convenhamos, trabalhar ao som de "Sandra Rosa Madalena" é, sim, capaz de desencadear crises de riso incontinentes; ao som de Cazuza pode te fazer parar com tudo e sair correndo e cantando rumo à praia mais próxima; ao som de "Whisky" pode te fazer pagar mico e cantar alto "Eu te abraçava do you wanna dance..."; e assim vai, e a lista é longa.
E, creia-me, o risco é maior principalmente se você for uma pessoa devaneante, assim...

"Fish and Chips" azedaram o Macarrão no domingo

6.11.08
Mesmo já tendo passado o calor da emoção, nada mal tocar no assunto! Então, deu Hamilton em Interlagos. Em homenagem à vitória de Felipe Massa, e sem deixar de considerar a vitória do campeonato conquistada pelo british soldier, vamos melhorar a frase: no domingo deu Hamilton.
Ok, novidades de primeira mão à parte e deixando de lado as questões pentelhamente lingüísticas, a pergunta que não quer calar (ou melhor, até quer...) é: E o Rubinho, vai aposentar ou não? Ele não bateu, será que agora ele pára? Não, de novo não, de vez!


Agência/EFE


Pela foto, extraída daqui, parece até que o gajo vai mudar de turma, né? "E a torcida viiiiiibra... vai que é TUUUUA, Rubinho!"</galvão bueno>

And the winner is...

5.11.08
Que bom que o cara da mudança ganhou, em um momento absolutamente histórico da política dos EUA.
Por mais canalha que aquele país tenha sido com o mundo inteiro, é compreensível que esse mesmo mundo inteiro tenha se voltado para as eleições de lá, não é não? Principalmente depois de ver essa crise mundial, que começou, por acaso, em terras de tio sam...
Raise your glasses to the new hope!



Cheers!

War at USP

4.11.08



Clique na imagem para ampliar


Isso é genial! Os créditos são todos de Felipe(?), ou da galera politreca, enfim, confira as regras do jogo e se aventure!

O tempo passa, o tempo voa...

... e o Itaú e o Unibanco uniram-se para ser mais uma dessas empresas frutos de fusões de gigantes por aqui.
Rumo ao monopólio? Ainda não, calma, deixa eles se acostumarem com a idéia... até que a Unilever resolva comprar os dois, aí é que o Grande Irmão vai fumar um charutão desse tamanho!

Dia do Saci?

31.10.08
Sim. O dia em que comemora-se o halloween é o dia do Saci, desde 2005, para tentar mostrar aos brasileiros que um pouco de cultura local pode ser interessante ao invés de chupinhar as festas dos outros, que não fazem o mesmo sentido por aqui.
Mas dos celtas para cá, muita coisa mudou, e eis que até por aqui resolveram comemorar o dia das bruxas... para tanto, a molecada, teoricamente, sai por aí batendo de porta em porta perguntando aos coitados que se dignam a atendê-los: Gostosuras (sic) ou Travessuras?
Se o gajo a abrir a porta fosse você, qual seria sua resposta?
* Toma uma bolacha, moleque! (e dá-lhe porrada!)
* Eu quero as gostosuras! (e toma o pacote de doces da mão do menino)
* Não tem pão velho! (e bate a porta com tudo)
* Gostosuras, é claro! (e joga um escorpião no pacote de doces do pivete)
* Sai fantasiado e se junta ao grupo de pirralhos a bater na porta dos outros.
E no dia do Saci, o que deveria ser feito para comemorar?
* Nada. Se a gente comemora as coisas com feriado, nesses dias ninguém faz nada, só descansa.
* Todo mundo deveria sair de gorrinho vermelho pitando alguma coisa qualquer?
* Todas as crianças deveriam sair pulando em um pé só?
* Acenderia um cachimbo da paz e faria chá com umas ervas que só a sabedoria do Saci conhece...?

Ac/Dc em excel

Olha isso que louco!


Baixe aqui o arquivo do excel, é muito legal!! Aliás, que venham de novo para o Brasil, e nós iremos de novo ver o show!

Música é boa, mú$ica é sucesso

29.10.08
Charles Gavin lança livro "300 Discos Importantes da Música Brasileira"
Deve ser um livro interessante. Um nomão de peso para alavancar as vendas do livro feito por dois jornalistas, é mais um músico famoso do rock nacional dos 80's atacando outras frentes na divulgação de seu trabalho. Beleza, o Titãs - pelo menos no plano das idéias - não precisa de divulgação para agregar seus fãs e vender seus discos... de qualquer modo, em tempos de multimeios, vale a pena agradar a geração 80, que acompanha sua trajetória artística desde o início. Mesmo que de uma forma diferente, é sempre bom.
Mas quando o negócio é encher o bolso de dinheiro, angariando mais públicos (mesmo que na base da volatilidade), em especial os mais novos e acostumados a muito junkie food desde o berço, o show é diferente.
Como ajudar a história da música brasileira de um lado, e de outro lado jogar confete para o que faz ela mesma ruir. Não é preconceito, sabe? É pós-conceito. É que Pitty, CPM22, Jota Quest, e gringos como Jonas Brothers, e tantos de seus 'separados no nascimento', não estão fazendo sucesso por fazerem a diferença na música atual, e muito menos pela qualidade do que eles fazem (eles fazem?), vamos combinar.
Se mal-gosto é o item mais vendido no mercado popular, abastecê-lo dará dinheiro, já diria aquele cara... como ele chama, mesmo? Adam Smith? Acertei!
Resta saber quando ela sairá, de novo, do hospital, ou quando veremos talento semelhante surgir por aí...

China happy people

28.10.08
O "La garantia soy yo" mudou.

 
Mudando de maçã para laranja, os gajos erraram ao soletrar a palavra em inglês! Só pode, porque o símbolo da marca é, ou não é, uma laranja? Orange = Organe?
Agora não é mais o Made in Paraguay que arrepia quando descobrimos que compramos um objeto e nele consta tal inscrição. Agora o que liga é o Made in China, e a frase de efeito provavelmente seja algo como 保證是我.

White Album

27.10.08
40 anos!
Uau, faz quarenta anos que o Álbum Branco foi lançado!
Minha nossa, quanto tempo! Aliás, de novo, 40 anos de 1968, o ano que nunca acabou...
Bem, voltando aos Fab4, mas sem delongas, meu singelo top 3 do discão que causou naquele ano, tão especial, dos famigerados sixties!
¯ Blackbird
¯ Back in the USSR
¯ Martha my dear

Carnaval em preto e branco

Eu sou corintiana, mas também sou gremista, embora não suporte futebol, rodinhas de conversa sobre futebol, bares cuja temática seja futebol, o horário reservado em milhares de canais de TV somente para a transmissão de jogos de futebol ou "mesas redondas" a respeito, camisetas/calças/bonés/jogadores e outros merchans de futebol, enfim. Mas não há algo mais chato do que o fanático por futebol. É um saco aguentar o papo bunda de "E aí, seu time ontem, hein?", e o invariável debate que se segue, com suas respostas e variações tão previsíveis.
Pessoalmente: Digo que sou gremista porque, na minha infância querida, meu pai falou que era um time do Rio Grande do Sul. Rio Grandense que sou, decidi que torceria por ele, mas naquela época ninguém me disse que havia mais de um time local... santa e pueril ignorância. Pelo outro lado eu digo que sou corintiana porque, há muitos anos, decidi que "torço" por esse time em SP mas, na verdade, nunca torci por time nenhum, a não ser na Copa do Mundo, em que hoje em dia eu torço contra o Brasil, porque ninguém merece ver o país parar por causa de futebol. Acho até que eu sou pé quente, pois todas as partidas em que eu, eventualmente, torci pelo Brasil ele ganhou, e quando eu torci contra ele perdeu...
E esse papo, que ouço desde ano passado, de "Eu nunca vou te abandonar", para mim é uma ladainha das mais... putz, como definir? Bobas, isso, um papo bobo, e corintiano fanático que se preze ajoelha e reza, repetindo "Corintians minha vida..." como um mantra. Bem, se ele é feliz com isso ou não, se é isso mesmo que ele ama, problema dele, e que tenha uma boa vida. Que eu, humildemente, acho uma tolice... não nego de jeito nenhum.
Mas por que, então, estou aqui eu teclando sobre um assunto como esse, tendo tanto ódio no coração sobre assunto que geralmente cria muita efervescência?
Porque no último sábado, eu acho, o "Timão" voltou para a primeira divisão depois de amargar um período de trevas na "segundona". E pensei comigo: pronto. Agora ferrou de novo, voltaremos a ter manchetes sobre quebra-quebra entre torcidas, ônibus detonados, encontros sanguinolentos de torcidas "rivais" em terminais de metrô, e a ter medo de andar próximo aos locais onde haverá algum jogo de futebol - quarta-feira à noite e domingo à tarde voltarão a ser momentos semanais de tensão ao circular pela cidade.
Admito que foi o primeiro e único pensamento que permeou minha mente ao receber a tal novidade. Geralmente eu penso que é piada tanta gente considerar assuntos de futebol como se fossem notícia - enfim, tenho que baixar a cabeça porque dá muito dinheiro aos envolvidos dos clubes e das mídias, whatever. Mas para mim, esse retorno corintiano não foi outra coisa, se não uma má notícia.

Eloá, com ou sem agá

22.10.08
O que foi isso?
O espetáculo da tragédia alheia?
Não fosse a mídia... teria, tudo, acontecido diferente?
Não fosse o gate... teria, tudo, acontecido diferente?
Não fosse um certo imbecil, aí sim, nada disso teria acontecido.
Foi aquilo uma fatalidade? Não, não foi, não.
Na verdade, foi uma grande, imensa, absoluta, irrestrita irresponsabilidade. De todos os lados, foi o que se viu - aliás, justamente por termos tido a possibilidade de acompanhar pela TV, pelo rádio ou pela internet, não é sintoma, e sim prova de um dos lados mais evidentes de uma gigantesca irresponsabilidade.
Onde já se viu uma situação desgraçada como esta virar espetáculo como virou?
Onde já se viu alguém maltratar, machucar, encarcerar, assassinar a pessoa que diz amar?
Será que definir esse ser "humano", carrasco e criminoso tal e qual ele é, como um patético irresponsável, é suficiente?
Será que definir as mídias presentes no local do crime como informantes da realidade brasileira é algo, sequer, verossímil ou digno?
E a polícia brasileira? Pelos olhos de um brasileiro que trabalha no treinamento de várias polícias especiais do mundo, a nossa polícia não é apenas mal treinada, como não observa princípios como "trabalhar pela integridade da vítima em primeiro lugar, e não a de seu algoz". Sem polemizar, queria apenas destacar a dimensão do absurdo quando o resultado de 685 horas de negociação é a morte do refém. Claro que a justiça será feita: o assassino é pobre (e no mundo em que vivemos isso é senha para punição), os crimes cometidos foram muitos, e para cada um deles havia muitas testemunhas, entre elas a polícia. Lógico que phodeu para ele, mas... e para as vítimas, em especial a que foi o alvo do cretinão, e que saiu morta da cena do crime?

Sabe... é nojento saber que coisas assim acontecem e continuarão acontecendo por aqui e por ali, e que mais casos de gente inocente vitimada por pessoas que não merecem um adjetivo positivo ocorrerão. É degradante perceber como o ser humano é capaz de se reduzir a um nada, ao mesmo tempo em que reduz a vida alheia a um caixão e uma sensação de que o mundo vai, mesmo, de mal a pior...

FIGHT!

16.10.08
Puxa, puxa, que puxa!
Será que filmaram? Eu queria TANTO ver isso...

Explico.
Sabe, a Polícia Militar é tão legal, correta, boa praça... a Polícia Civil, então, é outro grupinho doce de se ver. E os dois juntos são como um conto de fadas de tanta fofura, ainda mais quando se trata de manifestações de protesto em locais públicos.
Aí, hoje, olha só a manchete da Folha: Policiais civis em greve e policiais militares entram em confronto em SP
A gente se pergunta, mas por quê?
Resposta no corpo do texto: "Policiais civis e militares entraram em confronto na tarde desta quinta-feira na rua Padre Lebret, na região do Morumbi (zona oeste de São Paulo), próximo ao Palácio dos Bandeirantes --sede do governo do Estado. Os policiais civis estão em greve há um mês --desde o dia 16 do mês passado-- e programaram uma passeata para a tarde de hoje para pressionar o governo a retomar as negociações."
E agora, seria a bruxa má provando o próprio veneno? Acho que não, porque a bruxa má, mazona mesmo, é a que está dando o cacete, e não levando...

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