Dia das mina
De qualquer modo, não vou dar parabéns a ninguém, já não dei ontem. Fugindo das ideias mais banais e das ideias mais reflexivas sobre o assunto, algo chamou minha atenção de uma maneira simpática. Olha só a campanha bacana que a Volkswagen criou para mencionar o dia da mulher de uma maneira diferente, e eu gostei! Sem querer dizer que "o dia da mulher é legal parabéns para mim", o lance é mais chamar a atenção para o que as mulheres gostam e "qual é a delas". Nem quero fazer propaganda da VW, mesmo porque não gosto dos carros que eles fazem, pessoalmente eu não recomendo para ninguém. O vídeo é que é legal, vejam só:
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Quem não viu...
Não assisto ao show de calouros, que é chupinhado do "Ídolos", a versão brasileira pro American Idol. Mas virou notícia a pequena notável que superou expectativas nos palcos do Seu Sílvio ontem.
Qualquer deja vu com "Little miss sunshine" não é mera coincidência. Especialmente quando o vídeo chega nos 2min27s.
Orgulho da mamãe!
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Cenas de verão
Quase. Só que esses bichos aí são mais civilizados do que muita gente!
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Ai, como dói!
imagem da visão paniorâmica
Vou dar um jeito de mandar uma macumba virtual pra ele... quem sabe passa.
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Globo embeleza USP
Não basta o SBT, que em 2002 filmou cenas de uma novelinha na frente da ECA e, além da "higienização" da "locação", queria que nós, alunos, não circulássemos na área enquanto eles gravavam. Eu e um monte de amigos ficávamos sentados e olhando, dando trabalho pros putos que pensam ser donos do que eles querem.
Agora vem a Globo.
Se eles querem filmar em "locações reais", não deveriam pensar em mudar nada dali, e sim mostrar como é. Espero que pelo menos nesse caso eles não façam make-up e nem queiram fazer como o SBT, que queria barrar a gente de entrar na faculdade enquanto eles filmavam! Vai pra puta que pariu, né? Quer filmar sem ter que construir um cenário, problema seu! E se quer mostrar um lugar real, que mostre como ele é sem encher o saco de quem já está lá.
Aliás... a personagem de Carolina Dieckmann é estudante... de jornalismo... da USP...
Super convincente. Não adianta esperar grande coisa da TV, mesmo, menos ainda quando se trata de novela.
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Versões
Sui generis, nam?
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Debaixo d'água
Muita chuva, muito desastre, muito colapso nesta nossa vida, né? Olha que, de repente, morando na cidade de São Paulo, eu quase me sinto como se morasse em Manaus? Quase, pela óbvia diferença que é a ausência do calor e da natureza de lá, e o excesso de poluição daqui. Do trânsito, nem se fala. Taí os jornais impressos, on-line, e os "isso é um absurdo" da vida que não me deixam mentir.
Aliás, neste início de ano vi uma cena difícil de definir. Estava chovendo dentro do shopping! É, no Center Norte, uma bela tarde de verão deu uma daquelas chuvaradas felasdaputa, e eu e meu maridón felizes e encharcados chegamos ao shopping no meio do dilúvio. Eis que no meio de um corredor, já quase no meio do shopping, um vucovuco de gente andando meio correndo e se protegendo, segurança falando no ókitóki, e nós sem entender... quando vi a galera de algumas lojas desligando as luzes e resgatando peças de roupas e afins às pressas das vitrines, percebi que estava chovendo dentro das lojas. E, claro, no meio do corredor também... depois de um tempo, circulamos no shopping, e conseguimos flagrar o teto de uma loja de roupas infantis caindo da vitrine - e pelos gritinhos agudos que ouvi, parecia que o teto caiu no meio da loja também...
E pra chegar no trabalho? E pra sair do trabalho e ir para casa?! No fim do ano passado teve um dia em que não houve expediente lá na firma, porque ninguém conseguiu chegar. Penso, aqui com os meus botões, até quando a gente vai ter que entrar às 8h e sair às 18h do trabalho. Afinal, nego tem que sair de casa às 5h da matina se quer chegar às 8h no trabalho - aí, só vai chegar em casa às 21h caíndo de sono, vai direto dormir. Daqui a pouco o trabalho vai ser em período semanal, vai ter alojamentos pra que possamos dormir lá mesmo, sem o inconveniente de ir para casa. Você, por acaso, acredita que isso seja vida que valha a pena?
Eu não. Por isso que no meu projeto de feliz ano novo, está lá "Ganhar na mega sena acumulada". Duvido que não esteja no seu, cara-pálida...
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Alguém traduz pra mim o que eles estão dizendo!?
OBS: Voltamos à programação normal. Férias acabando dá nisso...
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Quanto mais...
... raro, mais caro.
... eu rezo, mais assombração encontro.
... cedo saio de casa, mais atrasada chego no trabalho.
... eu trabalho, menos eu descanso.
... perto de dezembro o ano está, mais caos encontro onde quer que eu vá.
... eu desejo me mudar, menos eu me mudo. Nossos gatos que o digam.
... planejo as coisas, menos elas dão certo.
... eu evito comer pizza, mais eu engordo.
... paciência eu tenho com os outros, mais eu levo no *.
... eu visto a camisa, mais eu me f*do e sem ser reconhecido.
... idiota, melhor.
... o povo religioso usa a segunda pessoa, mais asco eu sinto.
... grana, menos educação >> e mais canalhice.
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Notícias que parecem ser o próprio fim do mundo?
Bateu medo? Leia na íntegra. Vale a pena...
O pior é que como os organizadores de show, pelo menos os de shows de rock, costumam fazer cagadas homéricas dignas dessa matéria cômica...
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Deixa eu repetir aqui
Entenda por más e companhias o que a sua inteligência for capaz.
Já o ódio... tome-o no sentido mais literal que o seu repertório vernáculo pode alcançar, e aumente muito sua intensidade.
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O dia em que a terra parou... de novo?
Dez anos atrás eu estava em meu quarto, dormindo (cedo) porque fazia cursinho, e a luz apagou estranho, devagarzinho, em "câmera lenta"... ainda meio sem sono, peguei meu walkman para ouvir no escuro, mas estranhei o fato de as estações não sintonizarem. Aí, comecei a perceber que, por mais que eu tentasse sintonizar alguma estação, eu parecia ouvir a mesma transmissão (ruim e chiada) em vários pontos do dial. Resolvi tentar entender o que acontecia, e consegui sintonizar em um ponto mais audível, para ouvir o que tocava naquela rádio estranha que pegava mal no dial inteiro. Rádio Pirata?
Não.
Apagão no Brasil inteiro.
A rádio era a Transamérica. O sinal dela estava refletindo no dial inteiro, claro que com péssima qualidade, mas em alguns pontos eu conseguia ouvir melhor, e nessas um locutor bem tenso dizia que havia rumores de que o país inteiro estivesse na escuridão, a Av. Paulista naquele momento estava um caos, o alerta era para que ninguém saísse de casa ou onde quer que estivesse não fosse à rua. Os semáforos estavam todos apagados, o metrô e o trem pararam de funcionar, os trólebus pararam onde estavam, tudo isso adicionado aos pilantras sempre de plantão, faziam aumentar o pânico das pessoas, riscos de acidentes, assaltos, roubos, enfim. Parecia que o caos havia tomado conta do país, quiçá de outras áreas da América Latina, e o locutor reiterando sem parar para que as pessoas permanecessem onde estivessem e tentassem localizar seus parentes e pessoas mais próximas para informá-los da situação >> lembrando que os celulares não eram tão populares como hoje, ainda era coisa para poucos eleitos.
Para mim, em meu quarto e sozinha, nada mudou naquela noite.
imagem da folha
Eis que ontem à noite aconteceu a mesmíssima coisa.
Só que eu não estava sozinha! :D
Mas a luz foi apagando aos poucos, devagar, em slow motion. Do mesmo jeito. Como eu só tinha visto naquela vez.
Ao invés de ouvir rádio ou algo assim, ficamos proseando... até o celular tocar, com meu irmão dizendo que era um novo apagão, que metade do país estava apagado, e queria saber como estávamos.
Claro que surpresos! Aí, adivinha o que fizemos? Não, não ligamos o walkman, como comprovado, o celular agora, dez anos depois, não apenas está pop como tem sintonia de rádio! E lá fomos nós ligar o rádio do cellphone para saber o que acontecia lá fora. Ontem havia várias rádios no dial, algumas desencanadamente tocando suas músicas ou, enfim, sua programação normal. Outras, como a Bandeirantes, a CBN, a Sulamérica, dando os depoimentos de jornalistas aqui e acolá no país todo, relatando a situação no centro de SP, na zona Sul do Rio, em Brasília (com direito a pronunciamento do ministro de minas e energia), nos metrôs, nos trens, em Minas Gerais, na Bahia, em Porto Alegre... a tensão dos locutores, porém, era a mesma, estando eles aparentemente preocupados com a possibilidade de ondas de assaltos ocorrerem, os semáforos apagados, tudo parado e apagado.....
A única coisa que parece ter mudado, além da razão (ainda não divulgada) do apagão de 2009, foi a tecnologia, mesmo. Geradores, celulares, troca de informação entre as pessoas, tudo com um certo upgrade em relação a 1999. Inclusive permaneceu intacta a famigerada pergunta, feita ao longo de todo o dia seguinte, hoje, assim como em 1999:
Onde você estava quando tudo apagou?
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Faith no more?
E eu só consigo lembrar da pasmaceira que foi vê-los no Monsters de 1995, quando a banda já não tinha o mesmo vigor e parecia se arrastar para continuar unida.
Era a impressão que eu tinha. Me parecia ser uma impressão meio generalizada, pois o show deles naquela ocasião foi bem morninho, eu me lembro de poucas, pouquinhas pessoas demonstrando alguma animação do alto da arquibancada do Pacaembu durante a apresentação deles. Embora os caras fossem (sejam) muito carismáticos, vide o vídeo abaixo.
Não fui fã da banda enquanto eles estavam na ativa naqueles dias, mas até gostava do som deles na época de Epic ou From out of nowhere... até gostava. Embora eu não curta a ideia de revival com cara de "quero grana pra minha aposentadoria", já prestigiei (e curti) um ou outro evento carregado desse estilinho... mas para alguns eu simplesmente não posso nem consigo.
Penso que o FNM seja um exemplo.
Dia desses eu ouvi dizer que o Beach Boys estão em turnê comemorando os 40 anos do Pet Sounds, play excelente dos caras. Mas.... turnê? Show? Beach Boys? É sério?
Entendeu o que eu quero dizer?
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Unibandidos
Você viu o circo que foi feito naquela faculdade, e que virou notícia?
Dá para dizer que aquele bando de animais são universitários, honestamente? Tipo, indivíduos de nível superior?
Vamos combinar, nego vai para onde quiser com a roupa que quiser. Pode ser feio, longo, curto, causar frisson pelos mais variados motivos, mas daí a nego se mobilizar, fechar o corredor polonês, ficar gritando e chamando de puta, ameaçar estupro, cara, isso sim é coisa que merece cadeia. Para cada um daqueles bichos escrotos que se dizem universitários.
Aliás, aquilo mais parecia um manicômio, cheio de depravados, e o que todo aquele bando fez contra a menina foi criminoso, humilhante, ofensivo, ameaçador, coisa de presidiário perigoso ou desumanidade bem típica daqueles territórios fundamentalistas em que se você fizer ou disser o que pensa é estuprado por todos os seus parentes e morto a pedradas em praça pública.
Penso que se a instituição se considera minimamente séria, deveria punir aquela gente toda, e proteger a menina. Mas eu mesma penso que essa dita instituição deve ser tão séria quanto esse grupo de seus alunos acabou de provar como é inteligente...
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Move over
Encaixotar as coisas e mudar para outro lugar deixa a gente sentindo tanto pelo lugar onde vivemos! Ainda mais quando passamos muitos anos nesse lugar, parece que cada centímetro é testemunha de tudo o que aconteceu, e deixar isso para trás, abrir o caminho para outras pessoas viverem nesse lugar, pode ser uma passagem dolorosa. Ou não.
Gostamos de pensar em não viver tanto tempo no mesmo lugar, em "mudar mesmo e daí?". Mas para tudo temos sentimentos. [Ok, esta foi clichê, piegas, e de uma criatividade super, mas voltando...] E às vezes a gente para pra pensar e é aí que a nostalgia bate.
Estou há 4 anos morando no mesmo lugar, e de mudança.
Meus pais estão há uns 27 anos morando no mesmo lugar, e também de mudança.
Então, sentimos todos a mesma coisa, o mesmo rebuliço que, de vez em quando, dá o famigerado nó na garganta... Perto dos 27 anos dos meus pais e irmãos vivendo na mesma casa, os meus 4 na minha casa é fichinha.
Mas juntou tudo, né? Para mim, é a nostalgia dos dois lugares que está pegando!
Tanto a casa deles - onde cresci - como a minha casa estão no momento do adeus. E ao mesmo tempo que a oportunidade é a de deixar o novo fazer parte do cotidiano e arejar a vida, melhorar as coisas, o fechar de janelas e portas daquele lugar que não é mais seu parece encerrar também as coisas boas vividas naquele canto do mundo. Mesmo sem encerrar, a sensação é essa, pois a partir da entrega das chaves, aquele seu canto não fará mais parte da sua vida como antes ou nunca mais.
Sei que especialistas em psicologia tratam este momento como uma espécie de luto, pois o que sentimos e como agimos são correlatos aos referentes a uma perda importante, alguém que se foi e não nos despedimos como acreditamos que deveríamos.
Sei que não dá para negar a carga emocional deste momento, às vezes a correria de encaixotar tudo logo e resolver as mil pendências afins deixam a gente sem tempo para pensar no valor que a mudança em si tem, não só no nosso dia a dia, mas em todos os aspectos da nossa vida. Às vezes é a própria *vontade de não sentir* tudo isso, evitar o confronto com a situação e como ela mexe com a gente, faz com que deixemos de lado a nostalgia e, muitas vezes, nem vivemos direito uma passagem que sempre tem importância, para quem quer que seja.
Correndo ou não, estou sentindo tudo isso. Está chegando a hora de mudar.
<<pelo menos as gatas estão se divertindo com tanta caixa pra todo lugar, e não estão assim que nem a gente, feito "gato em dia de mudança"!>>
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Mex meets Bra meets USA (Disney way of life)
Mais da (minha) infância ternurinha, embora esteja mais para a lembrança cinematográfica de meus pais, assisti muito esse desenho no fasmegerado VHS!
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MEC, desmandos, ensino superior na berlinda
Você conhece este curso?
É um curso superior, bacharelado da área de Comunicação. Na USP ele existe há mais de 30 anos, e outras faculdades têm esse curso, algumas com outras denominações, como Midialogia na Unicamp, ou Produção editorial na Anhembi-Morumbi, sem falar em UFMG, UFRJ, enfim. Viéses um pouco diferentes, mas a mesma atuação.
Ao invés de propor mudanças pela unificação dos cursos, com nomeclaturas, ementas e afins semelhantes ou de acordo; não, o MEC acha que é tudo tecnologia de mídia, ou coisa que o valha, e *bota tudo como curso técnico*! Pra quê gastar com um curso que eu nem conheço? Pra que serve? Ah, não sei, mas não acho que seja um curso superior, não... foda-se então!
Se você é contra a mudança proposta pelo MEC que altera os cursos de comunicação social e transforma o curso de Editoração em Curso Superior Técnico, junte-se na campanha para barrar a medida!
Comece assinando a petição online abaixo:
http://www.petitiononline.com/mecedit/petition.html
Tem também um formulário, importante para reforçar o interesse em NÃO fazer as alterações como estão propostas.
Aos não tão interessados assim, o foco são os cursos de comunicação, do qual Editoração pode ser um exemplo, e o próximo, você imagina qual será?
O MEC está, literalmente, cagando e andando para qualquer progresso na educação, seja ela de qualquer nível, mas eis que se você mata o ensino superior, como parece ser a pretensão dele, os demais morrem como consequência - sem falar na ÓTIMA prestação de todo e qualquer tipo de serviço por aí. Vide os médicos matando geral ou as grandes obras da engenharia e arquitetura que andam tombando/caindo por aí, sem falar em advogados empregados no telemarketing.
A menos que você tenha certo que fará pós graduações no exterior ou, quem sabe, seus filhos não serão educados (jamais!) no brasil, sua opinião talvez seja igual ou semelhante à do MEC...
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Mercedes Sosa para quem não conhece
Vale a pena.
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Rio 2016
será que um certo "Paulo" sentirá inveja do que (muito provavelmente) vai rolar no RJ até as Olimpiadas de lá acontecerem?
P.S.: Ficadica.
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